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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

AL GORE RECEBE MAIS UM PRÉMIO

 

 

A SUA PREVISÃO VAI NO SENTIDO  DE A TEMPERATURA PODER VIR A SOFRER UM AUMENTO SIGNIFICATIVO, EM TERRAS DE ESPANHA, MAIS DO QUE EM QUALQUER OUTRO PAÍS DA EUROPA

 

Este ano, Al Gore conseguiu um feito inédito e surpreendente : amealhou o Prémio Nobel da Paz, referente a este ano de 2007, e, como se não bastasse, recebeu, ainda, na cidade de Oviedo, pelas mãos de Felipe de Bourbon, o Prémio Príncipe das Astúrias para a Cooperação Internacional.

Efectivamente, os estudos científicos, já amplamente, debatidos pela opinião pública, apontam para que, na Península Ibérica, em especial, em Espanha, dadas as suas enormes cadeiras montanhosas, os verões possam vir a ser prolongados, por duas a cinco semanas. Acresce a esta dilatação estival, o risco da extinção de algumas espécies, nomeadamente, a águia imperial e o lince ibérico ; é possível, também, que o Mediterrâneo se veja invadido por miríades de medusas.

Como é evidente, a nossa arguta perspicácia lusitana não nos deixa antever cenários muito optimistas, para o clima no nosso país. Seja como for, Al Gore foi peremptório nas suas afirmações, eivadas de alguma esperança : acredita que a Península, onde nos encontramos, possa compensar algumas das inevitáveis perdas, mediante a retenbilização optimizada do vento e do sol, tão característicos. Ao que parece, reunimos, juntamente com a vizinha nuestra hermana, Espanha, condições próximas das ideais, isto tendo em conta o enorme potencial geoclimático, certamente, traduzível em renovadas vantagens económicas, na produção de energia renováveis.

Cientistas portugueses, conhecedores dos dossiers, onde Al Gore foi beber o elixir dos seus prémios, convergem quanto às conclusões. Os cuidados a ter com a desertificação, cada vez mais, premente, devem ser mantidos com muita atenção. De facto, as previsões estabelecidas, até ao momento, fazem emergir cenários alarmantes : doenças tropicais em regime de migração incontolada ; forte erosão da zona litoral ; grandes alterações dos níveis médios de precipitação, com alternâncias muito acentuadas, entre longos períodos de seca, contrastando com cheias repentinas ; problemas diversos para as regiões do interior - o Alentejo e as Beiras, no nosso caso -, com a possibilidade de uma subida geral da temperaturas, na ordem dos seis graus centígrados.

Independentemente, daquilo que irá acontecer num futuro breve, algo de conclusivo deve ser extraído de todos estes estudos e análises levados a cabo pelos especialistas : devemos recuperar as linhas de orientação do Protocolo de Quioto e, no essencial, reduzir as emissões de dióxido de carbono, para a atmosfera, em 30 %, até 2020, e, em 60 %, até 2050, sob pena das consequências poderem ser desastrosas.

Cuidado com as nossas atitudes dárias, é que, Quioto, também, depende de nós !

Um pedido ousado, dos Surreal, é rogar-lhe para que o faça, mas sem estar à espera de prémios, sejam eles quais forem.

sinto-me: PREOCUPADO, MAS COM ESPERANÇA
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publicado por $urrealHumanity às 22:57
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